Um infinito processar de nossas questões

Por vezes me pego pensando em como minha vida se passou. Eu na verdade vi por um grande momento a vida passar e eu me via como personagem coadjuvante. Somente isso. Longe do papel principal, que era para ser meu lugar.

Foi então que eu entendi! Eu teria que encarar as marcas que lá estavam em mim, meus traumas, para então poder tomar posse do que eu tinha de mais precioso. O papel principal na minha vida!

Entrei fundo em mim, deixando o raso para trás, sem medo de olhar para mim mesmo, deixando a mente me mostrar os meus fantasmas, encará-los e, assim, poder trabalhar com eles e ter harmonia. Tornei-me o ator principal de minha própria vida.

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